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Propósito no trabalho impulsiona o desempenho dos profissionais

DINO
Escrito por DINO
Propósito no trabalho impulsiona o desempenho dos profissionais
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Nos últimos anos, nações, sociedade e empresas vêm passando por intensas transformações, com destaque para o anseio das pessoas em unir os próprios conceitos e expectativas aos propósitos profissionais das organizações onde atuam. Funcionários autômatos cumprindo tarefas em busca de resultados é, definitivamente, coisa do passado.

Essa mudança reforça a importância do propósito no trabalho como impulsionador de performance para as pessoas que, ao verem significado no que fazem, elevam seus desempenhos e melhoram suas atitudes no ambiente de trabalho.

Na prática, isso significa que cada vez mais pessoas buscam realização dentro e fora das corporações, um dos aspectos que deflagraram o movimento conhecido como The Great Resignation (a “Grande Renúncia”). Observado desde o início da pandemia da Covid-19 nos Estados Unidos, levou milhões de americanos a pedirem demissão voluntariamente e motivados, entre outros fatores, pela necessidade de uma atividade que proporcione realização pessoal.

E os efeitos dessa onda já mostraram seus resultados no Brasil, país onde apenas em março deste ano mais de 600 mil trabalhadores pediram demissão, o que representa um aumento de 37% se comparado com o mesmo mês de 2021, como indicam os dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged).

Isso mostra que, na chamada “Nova Economia”, os planos de carreira dos profissionais e a longevidade das empresas e suas marcas são indissociáveis. De um lado, funcionários com propósitos pessoais e corporativos em consonância; do outro, empresas, com líderes inspiradores e estratégias assertivas que criem o sentimento de que o trabalho possui um significado para além das atividades em si.

De maneira geral, todas essas mudanças são impulsionadas pela certeza de que o mundo está em constante evolução e que, ao ser humano, cabe a adaptação. “É compreensível a sensação de receio e desconfiança em relação ao novo, mas o turning point está justamente em lidar com o desconhecido de maneira positiva e otimista, aproveitando esses momentos para reavaliar ideias e posturas”, ressalta o CEO da Amil Dental, Rodrigo Rocha.

Para o executivo, que aborda essas reflexões no recém-lançado “A grande estratégia de evolução nos negócios”, pela Editora Gente, o desenvolvimento em si da humanidade mostra que enfrentar medos e obstáculos é condição sine qua non do ser humano que, por sua vez, também é movido pelo desafio, pela necessidade e pelo entusiasmo de não apenas se adaptar, mas principalmente de transformar a realidade.

Essas mudanças foram potencializadas pela pandemia da Covid-19, que teve um impacto brutal na vida das pessoas, e pelo contexto global cada vez mais volátil e interconectado. Ao analisar os desafios do futuro, Rocha acredita que as pessoas devem se utilizar de sua essência, entusiasmo, excelência e empatia para impulsionar seus desenvolvimentos pessoal e profissional. “E as empresas perceberam que valorizar as pessoas – em suas mais ricas e complexas subjetividades que vivem, sentem e opinem – é indispensável para a inovação do mundo e da sociedade”, aponta.

O executivo, que se inspira no montanhismo para repensar sua vida pessoal e carreira, sugere no livro quatro aspectos para o processo de desenvolvimento de profissionais e organizações. Apostar no Evolve thinking, modelo mental que conecta os propósitos à evolução; no perfil de Pessoa versalista, cujas atividades e interesses variados contribuam com a criatividade; na produção de Valor compartilhado, de modo que os objetivos pessoais atuem em consonância para aprimorar o ecossistema e na força mental do Equilíbrio emocional, para que os conceitos preestabelecidos não limitem, nem bloqueiem as transformações necessárias.

“Do fogo à invenção da roda, do espanto e medo frente aos fenômenos meteorológicos ao domínio das técnicas agrícolas, do êxodo e migração para territórios distantes ao desenvolvimento da escrita e grandes obras de arte e literárias, da revolução industrial e, mais recentemente, à digital”, reflete Rocha sobre a certeza de que a transformação continua sendo a principal regra da humanidade.  

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