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Pesquisa traz 4 tendências de BI e Analytics em 2022

DINO
Escrito por DINO
Pesquisa traz 4 tendências de BI e Analytics em 2022
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Atualmente, o mundo passa por transformações econômicas e tecnológicas cada vez mais rápidas, afetando diretamente a forma como empresas montam suas estratégias e constroem resiliência frente às adversidades. Nesse contexto, é importante que empresas estejam sempre a par das tendências de Business Intelligence, Data e Analytics, sendo estas iniciativas que permitem antecipar mudanças e gerenciar momentos de incerteza.   

A consultoria BARC (empresa de dados e analytics) disponibilizou uma pesquisa elencando as melhores tendências para empresas que buscam se manter atualizadas quanto às iniciativas de dados do mercado. Embora ferramentas de BI e analytics não tenham a capacidade de dizer o que o usuário deve fazer, ou qual a consequência de seguir um determinado curso, elas oferecem uma maneira de examinar dados para entender tendências e obter insights. Dessa forma, essas plataformas simplificam o esforço necessário para pesquisar, combinar e examinar os dados necessários para tomar decisões de negócios sólidas e assertivas.      

A pesquisa entrevistou 2,396 profissionais que trabalham em departamentos de TI, financeiro, gerenciamento ou propriamente no setor de dados, e pediu para que eles dessem uma nota de 0 a 10 para a importância de cada uma das tendências mapeadas no mercado. A pesquisa se deu em abrangência mundial (América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia-Pacífico), contando com a participação de empresas de diversas indústrias (tecnologia, manufatura, serviços, varejo, transporte, telecomunicações, setor público e educacional, etc.), sendo elas empresas usuárias, consultoras ou fornecedoras de BI e analytics. 

Gerenciamento de Dados Qualitativos  

Segundo a pesquisa, a tendência mais importante foi a de gerenciamento de dados qualitativos (QD), recebendo a média de 7.4 pontos entre os entrevistados. Os dados qualitativos foram considerados a parte central de gestões estratégicas, o que significa sempre utilizar dados apurados, completos, confiáveis e pertinentes. Fazer o gerenciamento de dados qualitativos garante com que os resultados e relatórios das ferramentas de BI sejam corretos e atualizados, evitando, assim, insights falsos e decisões erradas nas empresas. Ao aderir essas medidas, as organizações diminuem o risco de perder oportunidades e respondem de forma mais dinâmica às demandas do mercado, aproveitando o verdadeiro potencial econômico de seus dados.   

Cultura Data-Driven 

Ser uma empresa com cultura Data-Driven significa ter todas as decisões e processos baseados em dados. Os dados devem ser vistos como recurso chave na implementação de melhorias em todos os setores, auxiliando gestores e funcionários a centrarem seus trabalhos em decisões assertivas. Essa tendência foi a segunda colocada na pesquisa, recebendo uma média de 7.2 pontos.  

Para Daniel Luz, COO na beAnalytic (empresa de consultoria e outsourcing em dados), se tornar uma empresa Data-Driven implica numa nova forma de enxergar e gerenciar um negócio. “Para se tornar uma empresa Data-Driven, os gestores muitas vezes precisam abandonar velhos costumes e se abrir para novas experiências. A tomada de decisões baseada em dados hoje é fundamental para criar valor de negócio.”    

Governança de Dados 

Essa tendência ficou em terceiro lugar, com 7.1 pontos em média. A governança de dados inclui as pessoas, processos e tecnologias necessárias para gerenciar e proteger os ativos de dados da empresa, a fim de garantir que eles sejam compreensíveis, corretos, completos, confiáveis e seguros. A governança de dados é, portanto, necessária para implementar uma estratégia de dados e definir as políticas e estruturas de gerenciamento, monitoramento e proteção dos dados de uma organização.  

Segundo Daniel, “A governança de dados tem como objetivo, em geral, estabelecer regras internas no uso dos dados. Isso facilita a administração dos mesmos, reduz riscos e custos, melhora a comunicação interna e ajuda a garantir a estabilidade da empresa através da gestão de adversidades.”  
 
Descoberta e Visualização de Dados  

Em quarto lugar vem a descoberta e visualização de dados, com 7 pontos em média dentre os entrevistados. Para que os dados de uma organização sejam utilizados de forma eficaz e eficiente, é necessário que em primeiro lugar haja uma visualização adequada para cada tipo de usuário (RH, comercial, gestão, etc.). Dessa forma, todos os colaboradores podem detectar padrões e/ou discrepâncias nos dados, e receber os insights corretos. Além disso, é preciso aproveitar o potencial dos dados não apenas para melhorar a tomada de decisões, mas também para otimizar os processos internos da empresa, facilitando novas iniciativas.   

A pesquisa conclui que diante das diversas crises que o mundo vem presenciando, empresas estão investindo mais em soluções de Business Intelligence para ajudá-los estrategicamente. Portanto, a tendência é de que as organizações adotem uma cultura Data-Driven, democratizando o acesso às informações e investindo na qualidade dos dados e ferramentas utilizadas.  

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