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Estelionatários aproveitam interesse por figurinhas da Copa para aplicar golpes

DINO
Escrito por DINO
Estelionatários aproveitam interesse por figurinhas da Copa para aplicar golpes
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De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os casos de estelionato registrados no Brasil quase triplicaram nos últimos quatro anos. No ano passado, foram 1.265.073 ocorrências, ante 426.799 casos em 2018. São Paulo é o estado com mais registros. Em 2021, foram 382.110 ocorrências, um aumento de 32% com relação ao ano anterior.

A proporção de domicílios brasileiros com acesso à internet cresceu de 2019 a 2021. Segundo a pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nos Domicílios brasileiros (TIC Domicílios) 2021, feita pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), na média, o percentual de residências aptas a acessar a rede mundial de computadores subiu de 71% para 82% no período de dois anos. 

Outro levantamento, da Fundação Getulio Vargas, sobre o uso anual de TI, aponta que existem no Brasil cerca de 442 milhões de dispositivos digitais (computadores e smartphones). 

Com uma população cada vez maior de usuários online, esse universo, algumas vezes, vira alvo de golpistas digitais. Um dos delitos praticados que tem sido noticiados recentemente envolve as figurinhas da Copa do Mundo.

portal G1 recentemente fez uma reportagem com casos de crimes em que as vítimas recebem um link para preencher dados com a promessa de receber centenas de cromos. “Após clicar no link e preencher todas as informações, as vítimas, sem saber, descarregam vírus no celular ou computador. Em seguida, os delinquentes orientam que, para ganhar o suposto prêmio, é necessário enviar o link para 20 pessoas ou 5 grupos. Dessa forma, novas vítimas cairão no golpe”, explica o especialista em segurança Jorge Lordello.

Ele alerta que sempre se deve desconfiar de promessas de ganhos fáceis de dinheiro ou de prêmios e que nunca se deve clicar em links de fontes desconhecidas. “Os ladrões aproveitam fatos do cotidiano e assuntos que mobilizam a população para aplicarem golpes”, conclui Lordello.

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