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Câncer de próstata é a 2ª maior causa de mortes entre homens

DINO
Escrito por DINO
Câncer de próstata é a 2ª maior causa de mortes entre homens
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Segundo o Ministério da Saúde, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, acumulando 65 mil novos casos e 15 mil óbitos por ano. O diagnóstico tardio é um problema frequente entre a população brasileira devido à demora para a realização dos exames preventivos. Pensando nisto, o diagnóstico precoce pode ser determinante para que as chances de cura ou de sobrevida do paciente sejam ainda mais elevadas.

Um estudo recente feito pelo Observatório de Atenção Primária da Umane com dados do Ministério da Saúde mostra, ainda, que o índice de mortalidade por câncer de próstata teve um aumento considerável em 25 estados do país na última década.

Os primeiros testes realizados são o toque retal, que garante até 48% de probabilidade de encontrar alterações sugestivas de câncer de próstata, e o PSA, feito por meio de exame de sangue. Entretanto, existem exames de imagem que contribuem para o diagnóstico precoce.

“A ressonância magnética da próstata pode confirmar se uma biópsia será necessária. Assim, ela será uma grande aliada para avaliar o quadro com precisão, mapeando os principais pontos afetados”, explica o médico radiologista e CEO da One Laudos, Dr. Augusto Romão.

O especialista explica, ainda, que muitos tumores podem demorar anos para evoluir. “A baixa agressividade é comum em muitos casos. Entretanto, é preciso diagnosticar o mais rápido possível, para garantir que o paciente terá o tratamento adequado, caso seja necessário. Os exames de imagem podem acelerar esse processo”, complementa. “O rastreio é necessário justamente porque, no início da doença, a evolução pode ser silenciosa: o paciente comumente é assintomático”, alerta o médico radiologista.

O tratamento do câncer de próstata é avaliado caso a caso: pode ser realizado por meio de radioterapia, associada à cirurgia, combinado ou não com quimioterapia. Um diagnóstico preciso resulta em até 90% de chances de cura”, finaliza o Dr. Augusto Romão.

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